A literatura é um rio que se reconhece, hoje em dia, através de uma identidade multifacetada: um vastíssimo esteio de afluentes que disputa os limites de uma fronteira sempre impossível de traçar. É neste limbo dinâmico, ponteado por marés imprevistas, que o site PNETliteratura se situa. Sem dizer que não à turbulência ou à contingência. Interrogando, enquanto publica; dando a ver, enquanto relativa.
Luís Carmelo, Coordenador
clicar nas fotos para abrir
CrónicaCrónica
Correspondentes

Carnaval

[06-03-2009]  |  Katia Bandeira de Mello-Gerlach


Algo de importância a preocupava.  A cabecinha rodopiava ao arear as panelas e guardá-las nos armários ao alto.  Esforçava-se para alcançar.  Separava os talheres na bandeija de plástico recém comprada naquelas lojas Tudo Por Um Real.  Tudo Por Um Real!  Parecia até nome de reality show.  O avental de plástico também recém adquirido a alegrava com as margaridas brancas e amarelas, o laço amarelo nas costas irritava-a porque se desfazia com facilidade.

Por sobre a cidade escorria um leite aguado, minguante.  Chovia de leve.  Qualquer vento fino que ousasse atravessar a orla seria abafado pela respiração das pessoas, dos blocos de foliões escorregando no asfalto gasto.   Do outro lado dos túneis, na baixada, Dona Edineuza não reparava no tempo abstrato, e o tempo tão difuso a ignorava de propósito porque ambos não tinham tempo para estas coisas.  Ela se guiava pelo relógio de pulso que a prendia às horas, aos minutos, aos segundos, cada número correspondendo a uma etapa da rotina doméstica.  Não olhara o clima afora.  Subia e descia, apoiada pelo corrimão da escada do sobrado, evitava de escorregar e torcer o tornozelo.  Que vale que a escada era acarpetada, um carpetinho pisado, marron, de lã fresca.

Edelmar exigira que ela se preparasse para acompanhá-lo nos velórios e enterros.  Um número assombroso de mortes e assassinatos escolhia para acontecer justo nos dias de Carnaval, uma época auspiciosa para que se ressucitasse no feriado pascal.   A quarta-feira de cinzas vinha a calhar, o fim da volúpia, a morte combinada com o adeus aos prazeres da carne, a alma subia tranquilinha porque sabia estar na hora certa. Enquanto as escolas de samba exibiam alegria no sambódromo, muitas pessoas desligavam o botão e apagavam de vez.  Alguns morriam na própria avenida, sucumbindo com o estandarte na mão, outros viam o rio passando e se deixavam levar.  Assim era.  Tanto pelo sim quanto pelo não.

Neuza, em sua abreviação de estima e como esposa de pastor, precisava dar cabo do Manual de Choro com Elegância e Requinte.  As instruções eram precisas.  Um choro de dor por um defunto desconhecido requeria destreza e Neuza tinha dificuldade em demonstrar emoções quando pouco se importava se este ou aquele fiel houvesse partido desta para a outra, por pior ou melhor que fosse a travessia.  Para um choro de dor, era necessário que o rosto inchasse progressivamente durante alguns três minutos, as saliências faciais irrompessem, e um tom avermelhado como morangos silvestres manchasse a face disforme.  O nariz havia de começar a escorrer.  Um lencinho de pano com as iniciais bordadas, engomado, e um soluço discreto compunham a dor.  Tocava o repinique. Passados os minutos iniciais da irrupção lacrimal, os olhos seriam contaminados pela vermelhidão e a visão ao redor acabaria sendo abalada.  Este processo deveria ser sob medida de modo a não parecer que a esposa do pastor estivesse perdendo o controle da situação e demonstrasse tristeza maior do que a dos familiares daquele que jazia sobre o caixão de madeira popular.

- Neuza, siga o protocolo! – insistia o marido ao vê-la relutante em seu dever.  O relógio no pulso, presente de aniversário do Edelmar, condenava-a a permanecer no recinto do velório com corpo presente por no mínimo quarenta e cinco minutos.

Sob a pressão do Edelmar, quem de bombeiro hidráulico virara pastor, Neuza tropeçava em si própria, nos acidentes da língua tagarela e obtusa, e provocava situações de embaraço ao marido, embaraço irreparável, gerador eficiente de rumores e boatos sobre a sua qualificação como líder comunitária.  Os irmãos e irmãs da igreja tinham expectativas.  Expectativas grandiosas.

As mortes estranhas e inexplicáveis deram pendor àquele ano.  Um irmão morreu no banheiro durante o culto de domingo.  O filho de uma irmã passou mal com uma infecção hospitalar e saiu do hospital direto para o crematório.  Duas irmãs engasgaram com a cocada de uma vendedora antiga de esquina no centro, os passantes as acudiram sem que as reavivassem com sucesso.  A família regozijou com a praticidade, um único funeral para as irmãs, enterradas na cova uma sobre a outra, com desconto.  As flores para um único túmulo encomendadas anualmente.  Tudo de uma economia concertante.  E o que dizer das várias mortes causadas pela invasão de caramujos africanos na cidade, mortes chocantes.  Os bichos selvagens, disfarçados de escargot, perfuravam o intestino das vítimas.  Modas da zona sul que se importam pelas zonas oeste e norte.  O Edelmar convidara Neuza para um dos restaurantes que serviam caramujos refogados no alho.  Estavam para ir e por sorte não foram.

Não é de se espantar que uma mulher afeita a fantasias e afoita por alguma aventura, uma mulher como Neuza se apaixonasse momentâneamente por um jovem defunto velado na noite do desfile das grandes escolas.  Como as feições do rapaz, um sobrinho distante do marido, encantaram-na.  Quanta magia e torpor!  Ao que diziam, o rapaz havia sido utado no ponto de ônibus a caminho do trabalho em um condomínio da Barra da Tijuca.  O rosto pálido como porcelana, a barba aparada, as sombrancelhas negras em meia lua sobre olhos suavemente fechados.  A família o maquiara um pouco para dar cor à morte.  Para Neuza, a beleza maior do rapaz estava na boca, nos lábios retalhados de onde imaginava um beijo guardado para si, vindo d’alma.  Suspirou.  Como reverter o curso das águas, fazer com que este rapaz vivesse e ela pudesse reconciliar-se com a juventude dormente.   Edelmar passara do prazo, demandando que ela se ajoelhasse todas as noites, ao pé da cama, para orar.  Proibindo-a de cortar o cabelo acima dos ombros, censurando as suas blusinhas decotadas que ela achava de bom gosto, a combinarem com o seu jeito petite, os seus braços curtos e as suas mãos miúdas e mornas.  Edelmar não aceitava mudar a marca da pasta de dente.  Um pouco de menta, uma hortelã adocicada, um beijo de frescor.  Nos últimos, Edelmar nem beijar, beijava.  Fazia um amor mecânico, sem beijos, com a cama rangendo sózinha.  O corpo enfadonho do marido a esmagava e ela sussurrava um ai meu Deus para acabar com tudo, rápido.  Edelmar temeroso com a possibilidade de Deus estar ali, clamado daquele jeito por Neuza, e que, de fato, os estivesse assistindo, recolhia o falo, dava as costas e dormia com um ronco tão alto que Neuza passava a noite em claro, buscando um canto na casa onde não se ouvisse o marido, e como não havia um canto livre daquele rosnar de fera falida, passava ela a noite em claro, enroscando os cachos de permanente no cabelo.

O jovem do túmulo sorrira para ela.  Ela que chorara discreta, rubra nas bochechas conforme o Manual, provocara um sorriso.  Ninguém mais vira o que lhe fôra agraciado.  Os dentes brancos se descobriram para ela tão somente.  Os olhos se entreabriram e ela quase gritou para avisar que afinal o defunto vivia, houvera um enorme engano.

- Mal estar passageiro, justificou-se ao notar os olhares da família fitando-a firme.  Meio sem graça, sentou-se próxima ao caixote de madeira preparado às pressas.  A mãe do rapaz segurava entre as pernas uma menina chorosa.  As outras crianças corriam soltas pelo ambiente, ignorando a necessidade de respeitar-se o morto, a compostura requerida. 

Neuza quis sequestrar um pouco de ar, buscava o oxigênio da paixão pelo dionísio em repouso.  O rapaz cheirava a sândalo.  Seguramente o limparam embora houvessem deixado as mãos sujas de sangue, as unhas roídas, manchadas.  No pulso parado, o relógio continuava a indicar horas digitais, como se abrisse um novo prazo para as coisas: a queda das folhas das poucas árvores sobreviventes, o voar das moscas sobre o lixo,  as  sombras retesadas de assassinos ímpunes, o ir e vir dos parentes no velório do jovenzinho apaixonante.  Se os relógios fossem de corda, Neuza conseguiria retroceder os acontecimentos e salvar o rapaz com os afagos minúsculos das suas mãos mornas.  Quem sabe ele não fôra parar no ponto de ônibus prenunciando encontrá-la.  Ela podia jurar que ele sorrira, um sorriso devaneador que por instantes a salvara da retitude de Edelmar, das exortações contínuas ao diabo, dos cultos dramáticos daquelas irmãs e irmãos de quem ela desconfiava ao invés de confiar.

 

A meticulosidade, o timing do pranto, o samba perfeito para a avenida.  O cálculo acertado de lágrimas ou de pessoas com um determinado tempo para passar.  Sem arrastar, sem correria.  A largada se dava no primeiro boxe, indo a frente com a situação harmônica da escola toda cantando.  Neuza chorava.  Ah, ela chorava!  Daquele velório, seguiria com Edelmar para dois outros, sem sossego.  Letra bonita, melodia, mais compasso.  Atualmente o samba parecia uma marcha monótona como a de Neuza de braços com o marido, sentada e contrariada no banco do carona, agarrando a bolsa sobre o peito apertado pelos sentimentos de amor, o rapaz morto deixado para trás.  Suplicou a Edelmar que a liberasse, que a deixasse acompanhar o funeral, até que o jovem fosse enterrado, sorrindo ou não, encarcerado no caixote de madeira e farpas.  Os ponteiros do relógio de pulso apontavam os segundos, os minutos, a hora, em tempo e no ritmo.  Edelmar fez-se de surdo.






Nova IorqueParisRio de JaneiroOsnabrueck, RFALuanda
 
Traduzindo...
Coordenação: Maria do Carmo Figueira

Traduzindo

Não é apenas a tradução de um poema; é ser tocado por um texto, partir à sua descoberta, à forma como foi construído, inspirado... pintado. É uma simbiose perfeita não só entre um original e a sua tradução mas, mais fundo ainda, entre o tradutor e a alma do poeta, cujo poema é já em si a “tradução” ...  Ler Tudo >>
[29-06-2010]  |  Maria do Carmo Figueira
comentários off

THE DISQUIETING MUSES, de Sylvia Plath, tradução de Ana Maria Chaves

Partindo do quadro de Chirico com o mesmo título, depois da denúncia do papel da mulher-esposa, Sylvia Plath sufoca-nos com o seu retrato da mulher-filha, sobre a qual recai o peso insuportável de tudo o que a mãe (e a sociedade) dela espera e a que jamais ela poder&aacut...  Ler Tudo >>
[29-06-2010]  |  Ana Maria Chaves
comentários off

Ver Todos >>

Literanário
Contribuições Literárias
(reservado o direito de selecção)
Maceió-Alagoas – Brasil Massachusetts, USA

                                      António Manuel Pacheco

A Alavanca

Quando, no lusco-fusco do meio da noite, em pijama e chinelas de quarto, vamos à cozinha e activamos...   Ler Tudo >>
[04-09-2010]  |  António Manuel Pacheco
comentários off
  De Maceió-Alagoas – Brasil              Carlito Lima

FLIMAR

“A 1ª Festa Literária de Marechal Deodoro – 1ª FLIMAR é um projeto ousado e revolucionário, tendo a ...   Ler Tudo >>
[04-09-2010]  |  Carlito Lima
comentários off

Menos do Muito

De repente não é mais para fora.Não é mais sucesso para exportaç&...   Ler Tudo >>
[15-04-2010]  |  Diana Menasché
comentários off

História de duas irmãs e de uma sereia que morreu afogada

À CatarinaO rio existe e talvez por isso a cidade tenha sido sempre tão doce. Não como riso contínuo...  Ler tudo >>
[07-10-2009]  |  Joana Câmara
comentários off

Jogo das Damas

Jogo das DamasHá livros não escritos.           Jarras não. Partidas.Folhas esguias. Sós mas soltas....  Ler tudo >>
[22-02-2010]  |  Maria João Brinquete
comentários off

Carnaval em Angra dos Reis

 Há cinco anos que eu fujo, literalmente, de muvuca, zoeira, badalação e f...  Ler tudo >>
[04-03-2009]  |  Valdeck A. de Jesus
comentários off

Fernando Pessoa político

                &nbs...  Ler tudo >>
[04-09-2010]  |  Adelto Gonçalves
comentários off
Correspondências

Aniversário

Quando o Carmelo convidou-me a participar do PNETLiteratura, especificamente no Folhetim, não sabia que me oferecia um presente de aniversário, festejado em 6 de setembro. Ao completar 61 anos de idade, completo 2 de participação contínua e prazerosa no espaço oferecido. Ter meus textos em terras de...  Ler Tudo >>
[06-09-2010]  |  Carlos Pessoa Rosa
comentários off

Notas sobre "Livro Usado", Jacinto Lucas Pires

Não tem princípio, nem fim. Como a vida. É um caderno de notas de viagem numa viagem ao Japão, cujas principais cidades visitadas são Tóquio, Matsuxima, Matsué, Hiroxima, Cagoxima, Nagasáqui, Tocoxima, Himeji, Osaka, Quioto, Nico.               Um livro anónimo, de um narrador viajante anónimo, que ...  Ler Tudo >>
[04-09-2010]  |  Susana Leita
comentários off

As Rotas do Sonho - Tiago Salazar

O autor andarilho publicou em Junho passado sonhos em forma de caminhos percorridos. As rotas escolhidas trilham a continuidade do universo deste autor: exotismo, luxo, hedonismo. A cada vez que fecho o livro para o admirar - a sua capa é uma absoluta marca de bom gosto - esta escrita  d...  Ler Tudo >>
[26-08-2010]  |  Susana Leite
comentários off

Férias para sempre

No verão quem não deseja viajar? E se essa sensação de liberdade e de encontro com o novo nunca desaparecesse? É disso que trata este livrinho pequenino em que o conceito de férias se vê imortalizado para sempre em forma de aventura a dois - dois bons amigos que viajam pelo mundo. Um mundo escolhido...  Ler Tudo >>
[20-08-2010]  |  Susana Leite
comentários off

Epílogo - A Flip dos Ensaístas

Um arlequim passa de bar em bar recitando poemas de memória e pondo-se à prova ao oferecer declamar versos de poetas escolhidos pela sua plateia. Entremeia a poesia de observações quase políticas sobre a situação dos artistas de rua no Brasil. Na primeira edição da Flip a homenagear um escritor de n...  Ler Tudo >>
[10-08-2010]  |  Mauro Finatti
comentários off

Capitulo 3 - Flip - quase acabando...

Com pouco mais de uma dúzia de ruas, seis ao longo da ponta que dá para o oceano e outras tantas cruzando as primeiras, o centro histórico de Paraty é uma pequena Manhattan, que no início de uma visita independente da duração parece tão control...  Ler Tudo >>
[09-08-2010]  |  Mauro Finatti
comentários off

Capitulo 2 - Flip - A elegância do robalo

Nesta minha terceira Flip, encontro um evento muito mais institucionalizado do que a versão de 2006, quando ainda era fácil conseguir ingressos para as tendas dos autores durante a própria festa, e comer em restaurantes como o Banana da Terra sem ter que fazer a reserva "de São Paulo". Des...  Ler Tudo >>
[08-08-2010]  |  Mauro Finatti
comentários off

Capitulo 1 - A Flip da Casa Grande, a Flip da Senzala

Esta é a oitava edição da festa que virou a principal atração turística de Paraty, e muita coisa mudou nesses anos. Neste encontro em que o principal homenageado é um dos autores considerados entre os maiores intérpretes do Brasil (formando jun...  Ler Tudo >>
[08-08-2010]  |  Mauro Finatti
comentários off

Manual de instruções para Portugal

Foi em cafés e restaurantes e encontros com portugueses de vária espécie que o livro se viu nascer. Um livro escrito para agradar às massas, à hipérbole de turistas alemães que desertam o país ao longo do ano inteiro – e não s&oacu...  Ler Tudo >>
[30-06-2010]  |  Susana Leite
comentários off

Porquê Portugal? Exemplos de uma existência inspiradora

Já não é uma novidade no panorama musical mundial, mas um nome destes desperta sempre curiosidade a um português, especialmente se os membros desta banda são provenientes do longínquo Alaska. Tenho andado a ouvir os Portugal.The Man desde o ano passado &ndash...  Ler Tudo >>
[18-02-2010]  |  Susana Leite, em Leipzig
comentários off

Cuentame un cuento

Havia muito de Umberto Ecco na aula aberta ao público de Antonio Muñoz Molina ontem à noite no King Juan Carlos I of Spain Center, parte do campus da New York University, o edifício de número 53 ao sul do grandioso Washington Square.  Na sala reservada ao evento, não se ouve o inglês enquanto uma se...  Ler Tudo >>
[11-02-2010]  |  Kátia Gerlach
comentários off

Adeus migrante

A princípio, são as meias vermelhas que nos distraem e fazem reparar na combinação com a camisa também vermelha mas em outro tom, o terno é marron escuro, o blazer descasado.  Um homem visivelmente mais jovem do que a idade, um sotaque aplicado à pronúncia rastejante, um pessimista, medroso, por nat...  Ler Tudo >>
[09-02-2010]  |  Kátia Gerlach
comentários off

Ver Todos >>

LITERATURA JURÍDICA
Parceria

Espaço-parceria para Literatura Jurídica

Espaço disponível... 
Ler Tudo >>
[11-06-2010]  |  Vítor Coelho da Silva
comentários off
Ver Mais >>

Espaço editorial

Espaço reservado a eventual Parceria.... 
Ler Tudo >>
[28-10-2008]  |  Vítor Coelho da Silva
comentários off
Ver Mais >>
Literatura Popular
Literatura Infanto Juvenil

Quando as coisas mudaram de lugar...

Quadras ao gosto popular escritas por Pedro Melo, técnico de cinema, «pai de quatro filhos e poeta de improviso», a propósito da inauguração da barragem do Alqueva, cuja construção implicou o desapare... 
Ler Tudo >>
[04-09-2010]  | 
comentários off
Ver Mais >>

Escrita de viagem e/ou Os vigieiros do Corpo

Continuação do Circo da i margin’ar-te  por Maria LavaA Escrita de Viagem (ou os Vigieiros do Corpo) insere-se no já enunciado e anunciado Projecto do Circo da i margin... 
Ler Tudo >>
[21-07-2010]  |  Editor
comentários off
Ver Mais >>

Duas histórias de amor e desamor em verso

Quando, no falar comum e quotidiano, nos referimos a “literatura de cordel”, usamos a expressão num sentido depreciativo, desvalorizando uma determinada obra como sendo de inferior ... 
Ler Tudo >>
[18-05-2010]  | 
comentários off
Ver Mais >>

Livros divertidos

Terceiro volume das Crónicas do Vampiro Valentim. O primeiro livro desta colecção tem por título Vampiros ou Nem por Isso, mas, se o leitor começar pelo livro 3, ficará a compreender tudo na mesma. O ... 
Ler Tudo >>
[08-09-2010]  |  Letra Pequena                                                  Ver Mais >>
Vídeo

Se Eu Fosse...Nacionalidades

Estreia do premiado autor, Francisco José Viegas, no género infantil. Se Eu Fosse... Nacionalidades faz-nos descobrir a vida que o Lio teria se fosse japonês, brasileiro, norueguês ou italiano. Ilustrado a quatro cores, oferece às crianças, a partir dos 5 anos, a oportunidade de conhecer a realidade gastronómica, linguística e patrimonial de diferentes países. Humorada, lúdica e didáctica, é uma obra para ser lida com os pais e descobrir, em cada país, aquele pormenor, contribuindo para a construção da memória referencial das crianças relativamente às diferentes nacionalidades do mundo

Ver Mais >>
Divulgação
 
 
Estatística
Membros online: 0
Visitantes: 17
Total de visitantes: 529419 desde 8 Set 2008
Newsletter
Receba a nossa newsletter por Email:

Parceiro Ouro
CNC
Parcerias
Escrita Criativa PNETimagens PNETlivraria PNETcrónicas PNETpoker PNETeconomia Parli
Publicidade

Pesquisa
Sondagem
Quantos livros compra por semana?

Um livro
Até dois
Mais de dois
Ver resultados
Publicidade
PNETpress PNETfashion PNETartesanato PNETartes PNETartes
Links Interessantes
Jornais e Revistas
Livrarias
PNETpoker
PNETliteratura